MAIS EXQUIS DO QUE CADAVRE…
Como um fantasma
Procuro o sol
Da loucura. Insisto,
Falo mesmo ao telemóvel, dias a fio.
Procuro afecto,
Amizade,
Uma manhã de orvalho:
Tu.
A amizade, insisto,
A justiça.
Ainda mais nesta proximidade do Natal,
A amizade, repito,
A saudade,
A amizade
A saudade.
O pôr-do-sol,
Única sinceridade,
Um amor
A sinceridade, de novo.
No Alentejo, acho que em Serpa, pode ter sido
Outro lugar, mas foi a presença da água,
A recordação
Do sol – insisto na
Amizade -
Um crepúsculo
Cheio de esperança:
Ouvi a palavra
Mãe.
Tenho pressa!
Quando cheguei lá dizia-se ainda
Le coucher du soleil. Hoje dizem it’s allways the sun
Há, contudo, em qualquer língua,
Em qualquer tempo,
Procuro o sol
Da loucura. Insisto,
Falo mesmo ao telemóvel, dias a fio.
Procuro afecto,
Amizade,
Uma manhã de orvalho:
Tu.
A amizade, insisto,
A justiça.
Ainda mais nesta proximidade do Natal,
A amizade, repito,
A saudade,
A amizade
A saudade.
O pôr-do-sol,
Única sinceridade,
Um amor
A sinceridade, de novo.
No Alentejo, acho que em Serpa, pode ter sido
Outro lugar, mas foi a presença da água,
A recordação
Do sol – insisto na
Amizade -
Um crepúsculo
Cheio de esperança:
Ouvi a palavra
Mãe.
Tenho pressa!
Quando cheguei lá dizia-se ainda
Le coucher du soleil. Hoje dizem it’s allways the sun
Há, contudo, em qualquer língua,
Em qualquer tempo,
um derradeiro amor
à espera do dia a nascer.
O dever dizer, aula sénior de 6.12.07
à espera do dia a nascer.
O dever dizer, aula sénior de 6.12.07
Etiquetas: a partir de Cesariny, um texto a muitas mãos

